Testemunha reconhece suspeitos de participação em chacina em centro de umbanda

Com a prisão temporária dos gêmeos Alan e Adans Garcia de Lima, 20 anos, suspeitos de matar cinco pessoas e ferir três, em um centro de umbanda, em novembro do ano passado, a polícia pretende desvendar a trama. Os dois negam participação, mas uma testemunha, segundo a polícia, teria reconhecido Adans como um dos atiradores.

De acordo com o escrivão Manoel Mendes, da Delegacia de Homicídios, ainda resta descobrir se um casal está envolvido no crime. O que se sabe é que um terceiro indivíduo também efetuou os disparos. Esta pessoa ainda não foi identificada pela polícia. O verdadeiro motivo do crime ainda não foi descoberto. A polícia apurou que ?Pai Adão?, o alvo dos assassinos, não era envolvido com tráfico de drogas, mas com roubo de veículos.

Inquilinos

Os gêmeos foram presos, domingo, pelos soldados Araújo e Dias, do 12.º Batalhão da Polícia Militar. ?Éramos inquilinos do ?Pai Adão?. Um dia, roubaram o dinheiro com que a gente ia pagar o aluguel e achamos que foi o filho dele. Daí deu toda a confusão. Quando houve a chacina, falaram que foi a gente, só porque tínhamos brigado com o pai de santo dias antes?, justificaram os irmãos.

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