STJ nega liminar à defesa de advogados

Uma liminar de conflito de competência da investigação da Polícia Federal (PF) sobre o golpe contra a Eletrobras e a Petrobras foi negada sexta-feira pelo ministro José Arnaldo da Fonseca, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília. Os advogados Cláudio Dalledone Júnior e René Dotti, que defendem os acusados, e também advogados, Michel Saliba Oliveira, João Bosco Coutinho, José Lagana e Sílvio Carlos Cavagnari, queriam o caso o caso para o Tribunal de Justiça do Paraná (TJ), que já investiga um juiz estadual. Os quatro foram presos no mês passado, durante a Operação Big Brother.

A defesa tentou demonstrar que a suspeita contra o juiz da 2.ª Vara Cível de Cascavel, Sidney Martins, deveria mudar a competência do caso de todos os acusados para o TJ. O magistrado é suspeito de facilitar a ação do grupo concedendo liminares. Ele expediu carta precatória em prazo recorde, determinando saque de R$ 100 milhões no Banco do Brasil. O golpe fracassou.

A decisão do STJ reconhece ainda a competência do juiz Sérgio Moro, da 2.ª Vara Federal Criminal de Curitiba, para decretar a prisão preventiva dos envolvidos e da PF para investigar crimes federais (como contra o sistema financeiro e lavagem de dinheiro). Além dos advogados, está preso o técnico de informática João Marciano Odipps. O juiz de Cascavel está preventivamente afastado das funções. Outras sete pessoas estão sendo investigas pela PF, mas o caso corre sob segredo deJustiça.

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