Reviravolta no caso de suicídio em Colombo

As duas marcas de tiros, encontradas no corpo de Jair Alves Aguirre, 44 anos – uma na cabeça e outra no peito, de calibres diferentes – provam que ele não cometeu suicídio, como a princípio se pensava. Ele matou seus vizinhos, Creusa Pereira de Assunção, 58, e o filho dela, Sandrake Josué Assunção de Almeida, 15, e teria atirado contra si em seguida, na cabeça. No entanto, a polícia já apurou que o sobrinho de Creusa, que é policial militar lotado no 17.º Batalhão, também participou da confusão e seria o autor do segundo disparo contra Jair, no peito. O policial se apresentou com a pistola que usou, foi interrogado na presença de um oficial e liberado.

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