Indignados com a agressão ao professor Carlos Alberto Gonçalves de Oliveira, 35 anos, conhecido como “Azeitona”, ferido com dois golpes de machadinha, na tarde de terça-feira, o irmão dele, Orlei do Pilar Gonçalves Alberto, acompanhado do advogado Mário Monteiro, falaram à imprensa.

Eles disseram que Carlos está com dificuldades para falar e se locomover mas se recupera bem. “Foi por muita sorte que os golpes não acertaram uma veia ou um órgão vital”, comentou Orlei. Segundo ele, o autor da agressão continua solto e com a arma do crime.

O atentado ocorreu após o término das aulas, por volta das 12h30, quando o professor foi ao banheiro. O agressor, um segurança de nacionalidade angolana, correu levando a arma do crime, e a fuga foi registrada pelo sistema de monitoramento de imagens da escola.

Risadas

No 8.º Distrito Policial (Portão), o superintendente Neimir Cristóvão, disse que já ouviu algumas testemunhas, entre elas a diretora do colégio. “O professor e um aluno conversavam no corredor do colégio e, por um motivo qualquer, deram algumas risadas. O segurança suspeitou que eles estivessem rindo dele”, explicou Neimir.

“Essa é uma das hipóteses. A vítima será ouvida assim que tiver condições de falar”, completou. O policial disse que o angolano mudou-se recentemente e não foi localizado.