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Painel do Crime

Fim da picaretagem

Preso falsificador de validade de extintores de incêndio

O homem foi preso em um posto de combustíveis, no Jardim Botânico

  • Por Karen Bortolini

Imagine se o extintor de incêndio não funcionar em uma emergência. É o que pode acontecer com uma remessa com prazo de validade vencida que foi derramada no comércio. Gilmar de Souza Taborda, 35 anos, alterava a embalagem para revender os produtos sucateados. O homem foi preso na terça-feira, pelo Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), e apresentado ontem.

Gilmar assumiu que estava vendendo até 15 extintores por dia, há cinco meses, o que resulta em mais de 2 mil produtos. Eles foram vendidos em postos de gasolina da Avenida das Torres e do Jardim Botânico, local onde ele foi encontrado, após uma denúncia. Na casa do golpista foram apreendidos somente 53 botijões, várias etiquetas, adesivos, panfletos de divulgação, etiquetas de lacre e 4 mil selos do Inmetro, todos falsificados. Os extintores, comprados em ferros-velhos, eram vendidos de R$ 29 a R$ 79, conforme Gilmar contou à polícia.

Alerta

A delegada do Cope, Vanessa Alice, alerta ao consumidor que extintores legítimos não possuem adesivo, as informações são estampadas no casco. Outro ponto a ser analisado é a data de fabricação, contida no manômetro, ou no fundo da peça. O prazo de validade sempre tem que ser de até cinco anos e o selo do Inmetro sempre é cor-de-rosa, e não azul, como os falsificados.

A polícia acredita que Gilmar tenha vendido os extintores em Curitiba e no interior. Mais quatro pessoas são investigadas no crime, pois as etiquetas vinham de São Paulo.

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