Foto: Átila Alberti

Relógios apreendidos podem ter sido roubados.

Ao investigar a morte da pró-reitora de pesquisa e pós-graduação da Universidade Federal do Paraná, Maria Benigna Martinelli de Oliveira, policiais da Delegacia de Homicídios encontraram um indivíduo com uma pistola 635 e 10 relógios, que a polícia suspeita serem roubados.

De acordo com o superintendente Dilso Morgerot, os policiais suspeitavam que Carlos Alberto de Almeida Maciel, conhecido como ?Betinho?, 27 anos, era um dos envolvidos no assassinato da pró-reitora (crime ocorrido na tarde de sexta-feira da semana passada), e passaram a investigá-lo. Na manhã de terça-feira ele foi preso com uma pistola calibre 635 e 10 relógios falsificados de marcas Rolex e Ferrari, mas nada comprovou sua participação no assassinato, que já está elucidado (um menor foi capturado em Pinhais e assumiu o crime).

Foto: Átila Alberti

?Betinho? tem antecedentes.

Flagra

Preso em flagrante por porte ilegal de arma, ele foi levado à Delegacia de Homicídios. ?Os relógios eram usados, por isso acreditamos que tenham sido roubados por quem suspeitava serem verdadeiros. Vamos tentar localizar vítimas que talvez possam reconhecê-lo como autor dos roubos. Entretanto ainda não há provas que ele tenha cometido os assaltos?, contou Dilso.

A versão dada por ?Betinho? é que há um mês ele estava em um posto de gasolina quando um viajante deixou os relógios com ele e desapareceu. ?O rapaz pediu para eu cuidar para ele ir no banheiro e depois sumiu. Nem sei quanto custa cada um?, alegou.