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Painel do Crime

PF apreende 40t de eletrônicos

  • Por Lyrian Saiki
Apreensão feita em Pinhais é a maior do Sul do país nos últimos 20 anos.

A Delegacia de Prevenção e Repressão a Crimes Fazendários da Polícia Federal, apreendeu em Pinhais (Região Metropolitana de Curitiba), entre o final da tarde de sexta e a manhã de sábado quase 40 toneladas de equipamentos eletrônicos, a maioria de informática, como scanners, mouses e teclados, além de som e vídeo. É a maior apreensão de mercadorias estrangeiras do Sul do País nos últimos 20 anos, segundo a Receita Federal.

Os produtos foram encontrados no barracão da Empresa Marquezoti Comercial Ltda, com sede na Rua Terra Roxa, 120, em Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba. A mercadoria, avaliada entre US$ 4 e US$ 5 milhões, não contava com documentação legal de importação. Os equipamentos foram transportados para um depósito da Receita Federal localizado no bairro Hugo Lange, em Curitiba. Para fazer o transporte, foram utilizados quatro carretas e 14 caminhões truck. A operação demorou quase 16h, entre apreensão, contagem e transporte das mercadorias.

Inquérito policial

Os responsáveis pela empresa, Eliane Moreira da Silva e Sérgio Alberto Galdino, não foram encontrados no local. De acordo com a assessoria de imprensa da PF, eles serão indiciados em inquérito policial, como incursos nas penas do artigo 334 do Código Penal Brasileiro, que prevê pena de até seis anos de reclusão. O mandado de busca e apreensão foi expedido pelo juiz federal substituto da 3.ª Vara Criminal, Marcos Josegrei da Silva.

A Polícia Federal informou, através da assessoria de imprensa, que as investigações começaram há três ou quatro meses. No início deste ano, a PF do Rio de Janeiro fez apreensão de mercadorias contrabandeadas e o nome da empresa apareceu nas investigações. Caberá agora à PF em Curitiba investigar a procedência dos produtos, para saber se eles vieram do Paraguai ou são frutos do desvio de contêineres que deveriam seguir para o país vizinho. Os equipamentos eletrônicos vão permanecer no depósito da Receita Federal, que deverá ser doada a instituições, ir a leilão ou ser enviada a setores públicos.

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