Pai de Vera Crovador quer anular julgamento

Sob alegação de “quebra de incomunicabilidade” das testemunhas, o pai de Vera Crovador, que é ex-escrivão da Vara de Execuções Penais, vai protocolar hoje uma reclamação na Corregedoria da Justiça, pedindo a nulidade do do julgamento de sua filha, ocorrido na semana retrasada, quando a ré foi condenada a 17 anos de prisão em regime fechado, apontada como mandante da morte do marido, o criminalista Luiz Renato Crovador.

De acordo com Alberoni Bittencourt, durante o julgamento de Vera o promotor Celso Ribas teria mantido contato e conversado com as testemunhas de acusação, quando elas já deveriam estar incomunicáveis. O pai de Vera disse também que o delegado Roberto Heusi, uma das testemunhas, permaneceu na sala restrita com o aparelho de telefone celular ligado.

Vera foi condenada por envolvimento no assassinato do seu marido, ocorrido em novembro de 1999. Ela aguarda em liberdade os trâmites judiciais de apelação da sentença.

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