Mecânico assassinado a pedradas na cabeça

Golpes com pedras esfacelaram a cabeça e tiraram a vida do mecânico Ângelo Franquito Reinaldin, 36 anos, encontrado morto às 8h de ontem na Rua Davis Dambroski, bairro São Francisco, Campo Largo. As armas do crime ficaram ao lado do corpo, mas os assassinos desapareceram.

No local do assassinato, nenhuma testemunha esclareceu os motivos da violência. Apenas o depoimento de um irmão da vítima trouxe algumas pistas. Ele disse que Ângelo esteve quarta-feira à noite em um bar da região, e que dois ou três dias antes recebera cerca de R$ 2 mil do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). “Mas ele não foi visto com o dinheiro no bar”, relatou o investigador Celso, da delegacia de Campo Largo, afastando a hipótese de latrocínio. “Pode ter sido uma briga momentânea, relacionada com bebedeira”, afirmou, lembrando que o irmão da vítima não tinha conhecimento de ameaças ou sérias inimizades por parte de Ângelo.

A vítima era casada e morava no bairro de Lourdes, também em Campo Largo. A polícia local ainda não tem suspeitos do assassinato.

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