A Justiça recebeu a denúncia do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) contra 20 policiais civis e três empresários, investigados na Operação Vortex. Entre os policiais, estão quatro delegados e 16 investigadores e agentes de apoio.

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Além do recebimento da denúncia, o juiz da 6.ª Vara Criminal também determinou que os quatro delegados e oito investigadores sejam afastados das funções. Além de entregar suas armas e carteiras funcionais, eles estão proibidos de manter contato com as testemunhas arroladas pelo Ministério Público.

Vortex

A Justiça determinou ainda que todas as peças de investigação sejam remetidas à Corregedoria-Geral da Polícia Civil, para apuração administrativa dos desvios, assim como à Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público, para exame quanto às ações por improbidade.

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Depois de oito meses de investigações, a operação foi deflagrada em abril, para apurar suposta corrupção, onde policiais da Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos (DFRV) e 6.º Distrito Policial estariam extorquindo donos de ferros-velhos e autopeças, para fazer vistas grossa às irregularidades relacionadas a desmanches de veículos.

Entre os policiais envolvidos, estão os delegados Luiz Carlos de Oliveira, na época titular da Delegacia de Crimes contra o Patrimônio, Marcos de Góes, Gerson Machado e Anderson Ormeni Franco.

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