Familiares de Aparecida de Fátima Alves Garcia, 34 anos, encontrada morta no domingo, estiveram na manhã de ontem na Delegacia de Homicídios, e reforçaram a informação de que a vítima era uma pessoa trabalhadora.

Quando o corpo de Aparecida foi localizado, moradores da região contaram a policiais do 13.º Batalhão da Polícia Militar que a vítima costumava andar em companhia de usuários de droga, o que foi desmentido pela irmã dela, Rosemilda Alves, que mora em Nova Aurora, interior do Paraná.

O corpo de Aparecida foi encontrado num matagal de um terreno baldio na Rua Mário Ferreira, Cidade Industrial de Curitiba. Ela estava nua e tinha sinais de esganadura.

Na noite anterior Aparecida saiu com com uma amiga para ir até um bailão. A polícia suspeita que ela foi abordada quando estava a caminho da casa noturna, já que o ingresso estava no bolso da calça encontrada junto ao corpo.

Rosemilda disse que um vizinho chegou a ouvir os gritos de socorro da irmã. Ele teria aberto a janela e visto dois ou três homens e uma mulher perto da vítima. Aparecida, de acordo com a testemunha, ainda tentou se defender, mas foi arrastada pelos cabelos até o matagal.