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Ex-delegado-geral Marcus Michelotto deixa prisão

Michelotto é acusado de participar em um esquema de jogos ilegais

  • Por Jadson André E Miguel Angelo Manasses

O ex-delegado-geral da Polícia Civil do Paraná, Marcus Vinícius Michelotto, que estava preso desde a terça-feira (10) da semana passada em uma cela especial no Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), Hauer, foi solto à meia-noite de domingo (15). Ele saiu do Cope direto para sua residência e não deu declarações. Segundo Rodrigo Sanchez Rios, advogado de Michelotto, durante o domingo, ele e o advogado Marlus Arns de Oliveira, conversaram com o ex-delegado-geral para definir se haverá coletiva de impressa hoje.

Michelotto é suspeito de envolvimento com o jogo ilegal que ocorria em uma casa de três andares e de suítes luxuosas no Parolin, que ficou conhecida como a “Mansão Cassino”. O local foi estourado em janeiro do ano passado, por policiais civis que fizeram a ação sem a liderança de um delegado. Foram encontrados indícios de prostituição e apreendidas 40 caça-níqueis, além de fotografias de políticos. Todo o material foi levado para o 2.º Distrito Policial.

Porém, no mesmo dia, os policiais envolvidos na ação foram classificados pela corporação como “milicianos”, e na sequencia sofreram medidas disciplinares. Alguns, que eram membros de grupos de elite, foram transferidos para delegacias menores.

Na tarde de sábado (14), Michelotto prestou depoimento na sede do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), e negou explorar jogos ilegais.

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