Uma dívida de serviço pode ter sido o motivo da morte do empreiteiro Gilmar Morokoski, 32 anos, assassinado com cinco tiros no portão de sua casa, na Rua Santa Lúcia, no Jardim Autódromo, no Cajuru. Por volta de 21h de terça-feira, três homens entraram na casa do empreiteiro e o levaram para fora. Eles efetuaram os disparos e fugiram sem serem vistos pela vizinhança.
Segundo Nilza Soares Araujo, sogra de Gilmar, ele trabalhava com construção civil e sempre contratava algumas pessoas para trabalharem com ele. Ela disse que a última obra de Gilmar estava sendo realizada na Ilha do Mel. ?Eles entraram, eu estava no sofá. Um deles disse para eu ficar quietinha. Vi que eles levaram o Gilmar para fora e, logo em seguida, ouvi os disparos?, contou a mulher, sem identificar os assassinos. Ela disse ainda que Gilmar tinha R$ 200,00 para entregar para homens que trabalhavam para ele e o serviço na ilha ainda não havia sido concluído.
O cabo Odair, do Regimento de Polícia Montada (RPMont), disse que poucas informações foram conseguidas no local, apenas que Gilmar foi morto por estar devendo para alguns homens. ?As pessoas da família e os vizinhos confirmaram que Gilmar era trabalhador e não tinha problemas com ninguém. Não tinha passagens pela polícia?, disse o policial.


