O assassinato de pai e filho, cometido com muita crueldade, e de outro rapaz morto a facadas no mês passado podem estar relacionados. O delegado Cristiano Quintas, da Delegacia de Homicídios, que investiga os três casos, acredita que os crimes foram obra de um mesmo grupo.

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Amaro Vieira Silva, 64 anos, foi encontrado degolado, com o pênis decepado e o símbolo “X9” – que designa alcaguete – escrito na barriga, na manhã de domingo, na invasão Primeiro de Setembro. O enteado dele, identificado como Dirlei, teria testemunhado o crime, porém, assim como o padrasto, estava bêbado e não ajudou na investigação.

Decapitado

Amaro é pai de Admilson Carraro Vieira Silva, 29, que foi decapitado e enterrado em uma cova no mesmo bairro uma semana antes. “Como o filho foi morto e ele registrou o crime, começaram a tachá-lo de alcaguete”, deduz o delegado. Cristiano acredita que os mesmos criminosos possam estar por trás do homicídio de um rapaz identificado como “Maringá”. O jovem também foi morto a facadas e ainda não foi identificado oficialmente.

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