Como o veículo foi encontrado junto à árvore, as primeiras informações que chegaram até a polícia eram de que a morte havia sido conseqüência de um acidente de trânsito. ?Policiais do Batalhão de Trânsito (BPTran) foram até o local para atender à ocorrência, mas chegando lá verificaram que a vítima havia sido baleada?, explicou o investigador Mello, da Delegacia de Homicídios. Foi constatado pela perícia criminalística que os tiros, um deles efetuado à queima-roupa, acertaram a cabeça do homem.
A partir daí, a cena do crime passou a ser analisada e, debaixo do banco do passageiro, uma arma foi encontrada. Era um revólver calibre 32, com capacidade para seis tiros. ?Estava com três munições intactas, duas deflagradas e uma picotada?, comentou Mello. Segundo a polícia, provavelmente esta foi a arma usada no crime, que teria sido abandonada pelo autor na hora da fuga.
Pelo que já foi apurado pela polícia, Erondir morava no Fazendinha e era proprietário de um bar no Portão, onde esteve antes do assassinato. O motivo do crime ainda é desconhecido, mas já há um suspeito. ?Por enquanto, a investigação está trabalhando com a hipótese de que, quando foi baleado, ele estava acompanhado, dando carona para um indivíduo que também esteve no bar?, afirmou Mello. Durante a madrugada, a polícia realizou buscas nas proximidades, porém ninguém foi localizado.