Beira-Mar pode ir embora de Curitiba antes do previsto

O traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, deixou ontem mais uma vez a Superintendência da Polícia Federal (PF), em Curitiba, para acompanhar as oitivas das testemunhas de acusação e defesa no processo a que responde na Justiça Federal do Paraná. As audiências, que terminariam hoje, foram adiantadas e finalizadas ainda ontem, estendendo-se até a noite. Com isso, a volta do traficante a Campo Grande (MS), programada para amanhã, pode ser antecipada.

O traficante deixou a nova sede da superintendência, onde ?estréia? a carceragem, junto com outros dois presos, por volta das 13h. Foi novamente escoltado por várias viaturas, mas dessa vez, no lugar de embarcar na van usada para transportar os demais presos, seguiu até o prédio da Justiça num carro separado em meio ao comboio, acompanhado apenas por policiais.

Um de seus advogados, Luiz Gustavo Bataglin, disse ontem que o processo transcorre ?dentro da normalidade, sem nenhuma surpresa?. No entanto, o advogado se abstém de comentar o cunho das oitivas. ?Existe a decretação do sigilo, e nós temos interesse de preservar essa determinação?, informa. Beira-Mar responde a processo na Justiça paranaense sob acusação de controlar de dentro da cadeia uma rede de tráfico internacional de drogas e armas, além de lavagem de dinheiro e homicídios. O esquema foi deflagrado pela Operação Fênix da PF, ano passado.

Apesar da possibilidade de a volta a Campo Grande ser antecipada, a polícia ainda não confirma a informação. De acordo com a PF, a decisão será tomada somente hoje. 

Siga a Tribuna no Google, e acompanhe as últimas notícias de Curitiba e região!
Seguir no Google
Voltar ao topo
O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Ao comentar na Tribuna você aceita automaticamente as Política de Privacidade e Termos de Uso da Tribuna e da Plataforma Facebook. Os usuários também podem denunciar comentários que desrespeitem os termos de uso usando as ferramentas da plataforma Facebook.