Assassinos deixam marcas com sangue

A partir de hoje a delegada Maritza Haisi, de Campo Largo, deve interrogar amigos, parentes e funcionários do empresário Sérgio Roberto Marciglio, 49 anos, assassinado na tarde de quarta-feira em Campo Largo, em busca de pistas que possam esclarecer o caso. Tudo leva a crer que se tratou de tentativa de latrocínio (roubo com morte), embora pertences da vítima e dinheiro não tenham sido levados. Um fato que não foi revelado no dia do crime, é de que pegadas de sapatos, manchados de sangue, estavam espalhadas pelo escritório de Marciglio, indicando que o assassino (ou mais de um), procurou alguma coisa no local depois de matá-lo.

Duas linhas de investigação são conduzidas pela delegada. A de tentativa de latrocínio e a de crime por inimizade. Neste caso, Maritza descarta que o fato tenha relação com a vida política do empresário. Ele foi candidato a vice-prefeito de Campo Largo no ano passado, mas não se elegeu. ?Suponho que seja algo pessoal?, diz a delegada.

Marciglio estava sozinho no escritório de sua distribuidora de água e gás, na Rua Benedito Soares Pinto, centro de Campo Largo, quando próximo das 17h um de seus funcionários chegou da rua e o encontrou morto, de bruços no chão com sangue respingado por alguns móveis. Ele estava com a garganta cortada.

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