Assaltantes de residências atrás das grades

Depois de mais de três anos de investigações, policiais da Delegacia de Furtos e Roubos (DFR) finalmente conseguiram chegar até um dos assaltantes mais procurados de Curitiba. Fernando Rodrigo Pelentier, 25 anos, é acusado de ter cometido mais de 20 roubos em residências, como o líder de uma organizada quadrilha de assaltantes.

De acordo com o delegado Rubens Recalcatti, titular da delegacia especializada, no último dia 12, os policiais Henrique, Elzira, Muller, Joel e Sandro, junto com o delegado Gil Rocha Tesseroli, chegaram até Pelentier e seu comparsa, Samuel Silva Santos, 19. Ambos estavam com prisão preventiva decretada. A dupla foi presa em Almirante Tamandaré. Com eles os policiais apreenderam três revólveres e cerca de 300 gramas de maconha, sendo parte da droga em forma de semente.

Pelentier e os cúmplices agiam sempre da mesma forma. Depois de escolher a casa que iriam assaltar, geralmente residências luxuosas, dominavam os moradores quando estes chegavam ou saíam. O bando então amarrava as vítimas, apanhava vários objetos, que iam desde jóias e dinheiro até eletrodomésticos, e carregavam o carro da própria família. Os marginais fugiam com o veículo, mas em determinado local transferiam os objetos para o carro da quadrilha, para despistar a polícia.

Capturados

Na seqüência das investigações, foram capturados Sérgio Roberto Faustino; Jean Lucas Soares, o "Buiú"; Luís Fernando Kuss, conhecido por "Ferpa" e Joaõ Batista Tiburcio. No entanto, nessas ocasiões Pelentier conseguiu escapar. No mês passado os policiais intensificaram as investigações e chegaram até a casa onde o quadrilheiro poderia estar escondido, mas encontrarm lá apenas Samuel, que foi preso por estar cultivando um vaso de maconha. Samuel acabou liberado pela Justiça e somente na soltura é que a polícia descobriu que ele era comparsa de Pelentier.

Mesmo com parte do bando preso, Pelentier continuou a comandar os roubos em companhia de outros marginais. Somente na DFR, ele responde a oito inquéritos policiais, além de possuir seis mandados de prisão. A polícia suspeita que o grupo preparava-se para cometer uma série de assaltos no fim de ano, já que fizeram o mesmo no fim de ano passado. A polícia trabalha agora para identificar os novos comparsas do quadrilheiro, que continuam soltos.

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