Segundo informações de agentes penitenciários, que não quiseram se identificar, é comum os presos saírem da CPAI com missões estabelecidas por facções criminosas. Alguns fazem visitas a familiares de presos do regime fechado, outros pagam contas e tem aqueles que saem para cobrar dívidas, algumas delas pagas com sangue.

“Às vezes, o preso se torna refém da facção criminosa. Se ele quer ter alguns benefícios dentro da cadeia, precisa pagar o preço, e às vezes sai mais caro do que imagina”, falou o agente. O nome do agente e de seu filho, que seriam mortos por Murilo, não foram divulgados para não atrapalhar as investigações.