O júri de Eliandro Luiz Marconcini, um dos vigilantes da Centronic, acusados da morte do estudante Bruno Strobel Coelho Santos, ocorrido em 2007, foi adiado para segunda-feira. O adiamento se deu porque duas testemunhas, arroladas pelo Ministério Público, não foram localizadas para serem intimadas.

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Uma das testemunhas, explicou o advogado Nilton Ribeiro, que defende Eliandro, era um vigilante da Centronic que havia acabado de começar a trabalhar na empresa e denunciou o crime à polícia. A juíza Inês Zarpelon considerou importante a presença desta testemunha no júri e solicitou que a polícia a intimasse.

Eliandro é o terceiro vigilante acusado do crime que vai a julgamento. Em 2010, já foram condenados Marlon Balem Janke e Douglas Rodrigo Sampaio Rodrigues. O júri de Ricardo Cordeiro Reysel também deveria ter ocorrido, mas foi adiado sem previsão para acontecer novamente.

Pichação

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Bruno, filho do jornalista Vinícius Coelho, foi flagrado pichando o muro de uma clínica no Alto da XV, em 2 de outubro de 2007. Os vigilantes da Centronic torturaram o rapaz e o executaram em um matagal de Almirante Tamandaré. Marlon teria sido o atirador.

O advogado de Eliandro irá pedir a inocência de seu cliente, alegando que no momento que Marlon atirava no estudante, Eliandro manobrava o carro da empresa e não sabia das intenções de seu colega de trabalho.

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Veja na galeria de fotos o julgamento.