Mal havia começado o julgamento do advogado Guilherme Navarro Lins de Souza, na manhã de ontem, o júri teve que ser remarcado. Esta é a quinta vez, neste ano, que o adiamento acontece.

Guilherme é acusado de mandar matar um dos herdeiros das extintas Lojas Disapel, em 2003, Paulo Gustavo de Freitas Turkiewickz. A solicitação do adiamento partiu da promotoria.

Ela alegou que os advogados que defenderiam Guilherme também defenderam de Sebastião Cândido Gouveia, em setembro, quando o réu foi condenado. Por entender que os advogados não teriam como defender duas teorias diferentes para o mesmo caso, o juiz remarcou o júri para 10 de dezembro.