Familiares de passageiros do Boeing 737-800 da Gol Linhas Aéreas que caiu sexta-feira dentro de uma reserva indígena do Alto Xingu, fizeram um protesto no fim da tarde de ontem no Aeroporto de Brasília, contra o isolamento a que foram submetidos, desde a queda do avião. O grupo, formado por mais de 30 pessoas – irmãos filhos, mulheres e maridos das vítimas – exigia uma audiência com representante da Agência Nacional de Aviação Civil.

Todos se queixavam da resistência em dar informações, notada desde o desaparecimento do avião, na tarde de sexta-feira.

Ana Camila, filha do passageiro desaparecido no vôo Bruno Maciel de 49 anos, também protestava contra a resistência da companhia e das autoridades em fornecer informações sobre o ocorrido. Ela lembrou que, no dia do acidente, funcionários da companhia aérea chegaram a dizer que o avião havia pousado em Goiânia.