A taxa de utilização de telefones celulares no mercado brasileiro subiu 12,69% em 12 meses, levando a teledensidade a 54,25 em março, quando 102,152 milhões de linhas estavam em operação e as adições somaram 965,726 mil. O indicador, divulgado nesta segunda-feira (23) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), mede o número de telefones em serviço em cada grupo de 100 habitantes. Um ano antes, a densidade era de 48,14.

Considerada a unidade da federação com a maior utilização de telefones móveis, o Distrito Federal (DF) registrou decréscimo de 4,38% no indicador nos 12 meses encerrados no mês passado. Com larga vantagem na teledensidade móvel brasileira, o DF apresentou, em março, um índice de 112,34, o que significa 1,12 telefone para cada habitante – alta de 0,41% na comparação com fevereiro. Porém, no confronto com março de 2006, vê-se uma queda de 4,38%.

No período de 12 meses, o índice também caiu no Amapá e em Roraima, respectivamente, 2,03% e 0,81%. A segunda maior presença de celulares no País, considerando o critério da teledensidade, está no Rio Grande do Sul, cujo índice foi de 69 42 em março. Nesse caso, o avanço foi de 7,58% sobre igual período de 2006. Em seguida, aparece o Rio de Janeiro, com 67,91 e um avanço de 7,01%. Mato Grosso do Sul, com índice de 64,95, é o quarto da lista, mostrando um acréscimo de 2,72% em 12 meses.

Apesar de ser a mais rica do Brasil, a Região Sudeste é a terceira colocada no quesito teledensidade, com índice de 60,50. Está atrás da Região Sul, que tem a segunda melhor densidade regional (índice de 62,75), e do Centro-Oeste, com densidade de 70,64 e líder no ranking por regiões. No Nordeste, o indicador ficou em 40,54 em março. O índice de 38,27 confere ao Norte a menor densidade de telefones móveis entre as regiões brasileiras.