Tyson alega inocência em julgamento por porte de droga

Mike Tyson alegou nesta segunda-feira (22) inocência na primeira audiência de seu julgamento por posse de drogas e por dirigir sob efeito de drogas, em Phoenix, nos Estados Unidos. Campeão mais jovem da história dos pesos pesados, o ex-pugilista norte-americano pode ser condenado a sete anos de prisão – haverá uma outra audiência no dia 26 de fevereiro.

Tyson foi detido no dia 29 de dezembro, em Scottsdale, nos EUA. Segundo os policiais que o pararam na saída de uma boate, o ex-pugilista estava com pacotinhos de cocaína e ainda dirigia o carro sob efeito de drogas.

Depois de ter sido detido, Tyson admitiu publicamente que é dependente de drogas, mas no julgamento que começou nesta segunda-feira, seus advogados optaram por alegar inocência.

"Dependência de drogas é um crime sem vítimas", justificou um dos advogados de Tyson, David Chesnoff. "Acreditamos que esse tipo de crime não deve levar a pessoa à prisão.

Durante a audiência, Tyson pouco falou. Disse apenas seu nome e a idade de nascimento. No mais, seus advogados fizeram a defesa. Na saída do Tribunal, o ex-pugilista evitou as entrevistas.

Aos 40 anos, Tyson já foi preso duas vezes. Na primeira, foi condenado por estupro e passou três anos detidos (de 92 a 95). Depois, em 99, foram outros nove meses atrás das grades por agredir duas pessoas após um acidente de carro. Atualmente, ele realiza uma turnê mundial fazendo lutas de exibição.

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