Os portuários, que contam com o apoio da Prefeitura Municipal e Associação Comercial, entre outros segmentos, pedem a renúncia de toda a diretoria. E o superintendente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Eduardo Requião, culpa os sindicalistas pela demora no carregamento da soja. Já são cerca de 4 mil os caminhões enfileirados do porto até a área urbana de Curitiba, nos 70 quilômetros da BR-277, segundo a Polícia Rodoviária Federal.
Uma das alternativas apresentadas pela Administração dos Portos a fim de reduzir as filas é dar preferência para operações de navios graneleiros de grande porte (com capacidade de mais de 50 mil toneladas) no embarque de soja e milho.
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