Ele discordou do parecer do procurador-geral da República, Cláudio Fontelles, que considerou a lei constitucional ao autorizar a União a designar empresas privadas a explorarem as jazidas de petróleo. Britto reafirmou sua tese de que o resultado dessa exploração continua pertencendo à União e não à empresa concessionária. Ele reclamou que o procurador, em seu parecer, não se manifestou sobre os outros pontos de seu relatório. “Ele simplesmente se omite”, afirmou.
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