A capacitação vai permitir que os profissionais de saúde controlem a situação, impedindo que uma pessoa contaminada com produtos químicos (como petróleo) ou biológicos (como o antraz) espalhe esta contaminação no hospital ou outro ambiente para onde ela for levada para tratamento, explica o coordenador do Serviço de Urgência e Emergência da Secretaria Estadual da Saúde e médico do Siate de Curitiba, Vinicius Augusto Filipak. “O atendimento inicial no local do acidente para o controle agudo de produtos químicos ou contaminação biológica é importante para evitar que outras pessoas sejam atingidas”, acrescenta.
O primeiro passo para o atendimento de acidente envolvendo produtos químicos e biológicos, explica o médico, é o reconhecimento do risco do agente causador. A medida seguinte é isolar o local para que outras pessoas não sejam atingidas pelos produtos. Controlados estes fatores, deve-se fazer a descontaminação da vítima. Filipak afirma que esses procedimentos garantem maior proteção para as equipes de atendimento, paciente e outros profissionais que darão seqüência ao atendimento, bem como menor risco de multiplicação da contaminação.
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