Segundo o presidente da União Democrática Ruralista (UDR) do Norte do Paraná, Marcos Prochet, que acompanhou o fazendeiro, os sem-terra também roubaram equipamentos e produtos agrícolas: “O que não puderam roubar, destruíram. Foi pior do que uma nuvem de gafanhotos.”
A fazenda, com 900 alqueires, dos quais 500 ocupados por pastagens, foi invadida pelo MST em maio de 2003. Três dias depois os proprietários obtiveram na Justiça liminar de reintegração de posse. Mas tiveram de esperar até o fim da semana passada para seu cumprimento.
Os sem-terra saíram em caminhões fornecidos pelo governo do Estado e acompanhados pela Polícia Militar. Eles querem a desapropriação da área. Argumentam que se trata de área improdutiva e, de acordo com as leis, deve ser destinada à reforma agrária.
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