Seis estados e DF têm índice de educação acima de 3,8

  Foto: Lucimar do Carmo
Foto: Lucimar do Carmo

No topo do ranking está Paraná, com um índice igual a 5 e meta de 6,9 até 2021.

Brasília – O Ministério da Educação (MEC) divulgou nesta quinta-feira (26) um indicador que revela a realidade do ensino público em todo o país e traça metas para melhorar a qualidade da educação até 2021. Em uma escala de 0 a 10, o chamado Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) será um instrumento para verificar o cumprimento das metas do Compromisso Todos pela Educação e é um dos principais pontos do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE).   

Para cada modalidade de ensino, foi calculado um Ideb diferente, assim como para cada estado e município. Também se chegou a uma média nacional, de 3,8. Os dados mostram que, das 27 unidades federativas, apenas sete têm o Ideb acima da média nacional: Paraná, Minas Gerais, São Paulo, Distrito Federal, Rio Grande do Sul e Goiás.

No topo do ranking está Paraná, com um índice igual a 5 e uma meta de 6,9 até 2021. O quadro da educação é pior na Bahia, no Piauí e no Rio Grande do Norte, onde o Ideb é de 2,6.  A Bahia tem que chegar a um índice de 4,9 e os outros dois estados, de 4,8.

Os números foram calculados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep/MEC) com base no rendimento escolar (taxas de aprovação, reprovação e abandono) e nas médias de desempenho dos alunos em dois exames: Sistema Nacional de Avaliação Básica (Saeb) e Prova Brasil.

Como meta, o governo estabeleceu que daqui a 15 anos o Brasil precisa atingir o índice 6 nas primeiras séries do ensino fundamental. Com esse patamar, segundo o MEC, os brasileiros terão um sistema educacional com qualidade semelhante a de países desenvolvidos.

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