Uma confusão entre dois policiais militares assustou funcionários do Departamento de Trânsito do Paraná (Detran), que fica no bairro Tarumã, em Curitiba, na última quarta-feira (27). O episódio, que foi denunciado por funcionários que entraram em contato com a Tribuna do Paraná, aconteceu depois que um policial teria suspeitado que sua esposa estivesse o traindo com o outro. A confusão teve direito a socos e pontapés.

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Conforme o que foi dito pelos funcionários do Detran, que ficaram assustados com o que viram, um major da Polícia Militar (PM) foi quem começou toda a briga. Ele esperou que a esposa, que trabalha no Detran, chegasse e não se surpreendeu quando viu que a mulher estava acompanhada de um coronel da PM.

O que aconteceu é que o major teria seguido os passos da esposa e teria visto que o coronel estava junto com a mulher no almoço, mas não reagiu nem ligou para ela. Ao invés de tomar uma atitude imediata, o PM resolveu ir até o Detran para esperar a esposa chegar, mas se surpreendeu e se irritou ainda mais quando isso aconteceu.

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Enquanto esperava pela esposa, ao invés de a mulher chegar sozinha, ela estava acompanhada do coronel. Com isso, o major não pensou duas vezes: segundo os funcionários, além da gritaria, foram socos e muitos chutes no coronel, dados pelo major que já estava revoltadíssimo suspeitando que estava sendo traído. A briga só parou quando os próprios funcionários do Detran resolveram intervir.

Depois da confusão e da situação que se instalou internamente, os funcionários disseram que a mulher foi devolvida à unidade do Detran do Hauer, local onde ela trabalhava antes de ser transferida para o Tarumã. O detalhe, é que o próprio major teria sido a pessoa que pediu a transferência da mulher para o Tarumã.

Por causa do escândalo, que deixou os funcionários revoltados por envolver dois policiais militares que não são funcionários de carreira do Detran, mas sim que estariam ali prestando serviços, a corporação teve que intervir. A princípio, um procedimento interno teve que ser aberto para apurar a conduta dos policiais, mas a reportagem da Tribuna do Paraná tentou contato com a Polícia Militar e não foi atendida até o fechamento desta reportagem.

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