O crime que vitimou Luana Cristina Medeiros, 28 anos, com sete facadas e a garganta cortada na última sexta-feira (10) no bairro Portão, em Curitiba, pode ter sido passional. Essa é a linha de investigação seguida pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) após ouvir testemunhas ligadas ao caso e analisar a cena do crime.

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De acordo com o delegado Cássio André Dias Conceição, responsável pelo caso, a vítima foi encontrada jogada em um matagal na Rua Daisy Luci Berno aos fundos de um Centro de Educação Infantil (CMEI) e não havia sinais no local mostrando que foi arrastada até ali. “Acreditamos que a pessoa que vitimou Luana a conhecia e marcou um encontro com ela. Além disso, a moça foi sozinha e estava bem vestida com relógio, unhas pintadas e pulseiras, então acreditamos que o motivo seja passional”, disse.

Segundo ele, também há informações de que a jovem trabalhava em uma ONG da região, e sua participação nessa entidade também é investigada. No entanto, a hipótese de ter sido agredida por um companheiro é a mais forte.

“Para verificar essa hipótese, já solicitamos exames complementares para encontrar resíduos nas unhas e na região vaginal e anal para ver se não existiu abuso ou alguma relação sexual um dia antes do crime. Se verificarmos que há resíduos, vamos chegar ao suposto autor do homicídio”.

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Enquanto isso, denúncias podem ser repassadas pelo número 0800-643-1121. A ligação é gratuita e pode ser feita de forma anônima.