Segurança aérea precisa de R$ 100 milhões, segundo presidente da TAM

O presidente da TAM, Marco Antonio Bologna, disse que o estudo realizado por empresas do setor aéreo demonstra que, com R$ 100 milhões, é possível resolver os problemas nos sistemas de segurança de vôo que geraram a crise iniciada em outubro do ano passado. A declaração foi feita nesta terça-feira (29) durante sessão da CPI do Apagão Aéreo no Senado.

Segundo ele, com esses recursos é possível atualizar todo o sistema. Bologna reforçou que há dinheiro suficiente para isso, uma vez que, somente no ano passado, a arrecadação das tarifas aeroportuárias somaram R$ 1,1 bilhão. O executivo disse que o maior gargalo está no Estado de São Paulo, que responde por 35% do tráfego do País. Ele defendeu a construção de uma terceira pista no aeroporto de Guarulhos e afirmou que, nos próximos cinco a dez anos, será necessário viabilizar um terceiro aeroporto para atender à grande São Paulo.

Essa solução poderia vir a partir de investimentos para melhorar a ligação viária do aeroporto de Viracopos, em Campinas, à capital paulista. Ele também mencionou que existem estudos preliminares para a construção de um novo aeroporto, na região de Taboão da Serra, próximo ao Rodoanel.

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