Rio – O secretário nacional de Segurança Pública, Luiz Fernando Corrêa, disse não acreditar que a Força Nacional de Segurança, que reúne policias de todo o país para situações de emergência, possa ser utilizada em São Paulo.

O estado, acrescentou, não fez a solicitação após a morte de 13 suspeitos de integrar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e outras sete prisões, entre ontem (25) à noite e hoje (26), nas cidades paulistas de São Bernardo do Campo, Diadema, Mauá e Santo André.

"Embora eu ainda não tenha informações precisas sobre a prisão de integrantes dessa facção criminosa, o que parece é que houve uma ação de inteligência, de antecipação por parte da polícia", disse o secretário. Ele lembrou que a oferta da Força de Segurança Nacional "é obrigação de qualquer parceiro, mas na medida que o outro queira. Isso tem que ser respeitado. Caso contrário, passa a ser intervenção".

Segundo Luiz Fernando Corrêa, que participou hoje da reunião do Comitê Interministerial dos Jogos Pan-Americanos de 2007, São Paulo tem o maior efetivo policial do país, "o que não justifica a mobilização de policiais de outros estados".