O médico atribui o controle da epidemia ao sucesso do Programa Nacional de Combate à AIDS, implementado no país pelo Ministério da Saúde. Segundo Mendonça, a medida resulta na redução de infecções oportunistas, de hospitalizações e da mortalidade. No entanto, ele destacou que ainda é preciso vencer os entraves que atrapalham a evolução do tratamento. Citou os efeitos colaterais dos remédios, com destaque para alterações corporais, a partir da redistribuição de gorduras, a chamada lipodistrofia, e o aumento de colesterol e triglicérides, que deixam os pacientes suscetíveis a enfarto do miocárdio e acidente vascular cerebral.
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