A partir desse mês, será criada uma comissão permanente de auditoria interna no Ministério; haverá rotatividade anual dos membros de comissões de licitação e pregoeiros, que deverão anualmente apresentar suas declarações de renda; todas as etapas dos processos de compra serão submetidos à consultoria jurídica do MS; as licitações serão divulgadas na internet; o serviço de ouvidoria será reestruturado; serão redefinidos os fluxos de compra e será criada uma corregedoria no MS.
?Nós estamos começando a trabalhar com um novo conceito de auditoria, que não seja apenas aquela provocada mas que, regularmente, seja feito exercício de amostragem ?, afirmou Costa.
Há cerca de um mês, a Polícia Federal prendeu 16 pessoas entre servidores do MS, empresários e lobistas, acusados de fraudar licitações para compra no exterior de derivados de sangue utilizados principalmente no tratamento de hemofílicos. O esquema de corrupção existia desde 1990 e há suspeita de que tenham sido desviados cerca de R$ 2 bilhões dos cofres públicos.
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