Sacrifício de animais suspeitos de aftosa será nesta quarta

Técnicos da Secretaria da Agricultura, oficiais da Polícia Militar e representante da Fazenda da Cesumar definiram para esta quarta-feira (08) o sacrifício dos rebanhos da Fazenda da Cesumar e outros 234 da Fazenda Pedra Preta, propriedade vizinha. Eles reuniram-se nesta segunda-feira (06) em Maringá para discutir os procedimentos e definir as medidas que serão adotadas durante o sacrifício dos animais. A vala com 70 metros de comprimento, seis de largura e quatro de profundidade está pronta para receber aproximadamente 143 animais.

Técnicos do Núcleo Regional da Secretaria da Agricultura de Maringá informaram que em função das chuvas que ocorrem na região foi necessário melhorar o acesso à área onde se encontra a trincheira.

No domingo (5), em Londrina, técnicos da Secretaria e do Ministério, juntamente com representantes dos criadores e da Política Militar, estiveram reunidos para discutir os procedimentos básicos que deverão ser adotados durante o sacrifício dos animais das sete propriedades do Paraná suspeitas de terem focos de febre aftosa pelo Ministério da Agricultura.

Além dos rebanhos das fazendas da Cesumar e da Pedra Preta, serão sacrificados em data ainda a ser definida aproximadamente 1800 animais da Fazenda Cachoeira, em São Sebastião da Amoreira, 84 da Flor do Café, em Bela Vista do Paraíso, 39 da Fazenda Santa Isabel, no município de Grandes Rios, 1.703 cabeças da Alto Alegre e aproximadamente 2.500 da Fazenda São Paulo, ambas no município de Loanda.

No encontro, os participantes receberam as orientações técnicas de como proceder durante o sacrifício sanitário. Eles também foram informados sobre a decisão do vice-governador e secretário da Agricultura, Orlando Pessuti, que autorizou na sexta-feira (03), em Curitiba, a realização de necropsias em alguns dos animais que serão sacrificados.

De acordo com a Resolução Nº 022/2006, as necropsias, a coleta e o envio de material para exames laboratoriais serão feitos por profissionais do Departamento de Fiscalização e Defesa Agropecuária (Defis), da Secretaria da Agricultura, com acompanhamento de um técnico indicado pelo Ministério e dois indicados pelos criadores.

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