O prefeito Beto Richa e o secretário da Convenção sobre Diversidade Biológica, Ahmed Djoghlaf, abriram na noite deste domingo (12), no Memorial da Cidade, em Curitiba, a 3ª Reunião das Partes do Protocolo de Cartagena sobre Biossegurança (MOP3). Mais de mil delegados e autoridades participaram da cerimônia, que foi marcada pelo burburinho em dezenas de idiomas de alguns dos 132 países signatários do Protocolo. As reuniões oficiais, de muito trabalho e discussão, começam nesta segunda-feira (13) e vão até a próxima sexta-feira (17), no ExpoTrade, em Pinhais, na Grande Curitiba.

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Durante entrevista concedida aos jornalistas, Richa falou do empenho da Prefeitura de Curitiba. "Lutamos muito para trazer estes eventos para Curitiba, que vão colocar a cidade na vitrine do mundo. E estamos provando que estamos preparados para recebê-los", definiu Richa. "Capacitamos pessoas, organizamos a cidade para receber os visitantes. Nos surpreendemos com o número de voluntários que se apresentaram para dar a sua contribuição", disse o prefeito.

"Além disso, o debate que acontecerá aqui será da maior relevância. Está em jogo o equilíbrio da vida no planeta", completou. Além do prefeito de Curitiba, o governador Roberto Requião também participou da abertura oficial da MOP3.

O secretário da Convenção, o argelino Ahmed Djoghlaf, disse estar feliz por estar na cidade. Ao falar dos voluntários, resumiu: "Nunca vi isso antes". Cerca de quatro mil voluntários participam do projeto que garante atendimento dos delegados presentes. Ahmed elogiou o trabalho feito pela cidade de Curitiba para a realização das reuniões.

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Uma hora depois do início da cerimônia, às 20h, o prefeito Beto Richa deu as boas vindas aos presentes em português. A mensagem pré-gravada e legendada em inglês foi exibida em telões espalhados pelo Memorial. O evento que abriu a MOP3, sobre biossegurança, foi marcado pela tecnologia não apenas na mensagem de boas vindas do prefeito anfitrião. Música eletrônica com ritmos de MPB e bossa nova deram ritmo à solenidade. O toque humano ficou por conta dos acrobatas do chamado "circo novo", que exploraram a expressão corporal.