Das vagas já oferecidas ao programa, 62.240 são integrais – ou seja, o aluno não pagará nada para estudar. As outras 37.954 são de 50% da mensalidade. Entre a tarde de sexta-feira e o sábado, 117 instituições aderiram. Por isso, o Ministério da Educação acredita que, até o meio-dia de hoje, esse número possa aumentar.
São Paulo é o Estado com o maior número de instituições participantes e, conseqüentemente, com o maior número de oferta de vagas. São, até agora, 300 faculdades, com 19,7 mil bolsas integrais e outras 13,1 mil parciais.
O programa prevê que as instituições privadas podem aderir ao programa em troca da isenção de alguns impostos, como Cofins e Imposto de Renda. Em troca, devem dar o equivalente a 10% do seu número de alunos pagantes em bolsas integrais, podendo trocar, até o limite de 3%, uma bolsa integral por duas parciais.
As instituições consideradas filantrópicas – que já tem a isenção de impostos, incluindo a cota patronal do INSS – são obrigadas a participar, e oferecer pelo menos 10% da sua receita em bolsas.
O MEC pretende divulgar na terça-feira (09) a lista com as instituições e os cursos que terão bolsas disponíveis. Os estudantes que pretendem se candidatar a uma dessas vagas terão que ter feito o do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), em setembro deste ano. O MEC vai repassar às instituições os nomes dos interessados, mas as próprias faculdades poderão fazer sua seleção.
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