Programa Sentinela reforça campanha contra violência sexual no Paraná

Integrantes do Programa Sentinela, que atende crianças e adolescentes vítimas de violências, montaram um palco no  centro da capital paranaense e promovem durante todo o dia atividades culturais e palestras para conscientizar a população sobre a importância de denunciar este tipo de abuso.

Em todo o Paraná são 52 Centros de Referência do Programa Sentinela, coordenado pelo Ministério Desenvolvimento Social e Combate a Fome e desenvolvido de forma integrada com as secretarias de ação social e conselhos tutelares dos municípios.

Segundo Ironi Camargo, da coordenação do programa, as unidades no Paraná atuam exatamente nos pontos mais vulneráveis mapeados pela Polícia Rodoviária Federal. São áreas de fronteira, portos e estradas que, de acordo com o chefe de Operações da Polícia Rodoviária Federal, inspetor Gilson Cortiano, não podem ser divulgadas por questões estratégicas.

Psicólogas, pedagogas e assistentes sociais prestam assistência às crianças e adolescente vítimas de exploração e abuso sexual e também às suas famílias. No ano passado, o programa atendeu 6.874 crianças em todo o estado. Esta semana, o Programa Sentinela está distribuindo 40 mil folhetos com orientações de como combater o problema.

Ainda na programação para marcar o Dia de Combate ao Abuso Sexual Infantil os nove conselhos tutelares de Curitiba estão realizando nessa tarde uma caminhada pelas principais ruas de Curitiba, com carros de som e distribuição de panfletos e faixas.

Em Paranaguá,  no litoral,  um grupo de estudantes do projeto Navegando nos Direitos, realizado pela Central de Notícias dos Direitos da Infância e Adolescência (Ciranda) está entregando folderes para os caminhoneiros no pátio do Porto de Paranguá.

Em Foz do Iguaçu, o Comitê Local de Enfrentamento ao Abuso e à Exploração sexual lançou ontem (17) a Campanha de Prevenção ao Tráfico de Pessoas na Tríplice Fronteira (Paraguai ? Argentina ? Brasil) e hoje, com o tema Esquecer é Permitir, Lembrar é Combater, faz mobilização  em pontos estratégicos da cidade como nas aduanas, Parque Nacional do Iguaçu, terminais de tranporte e postos da Polícia Rodoviária Federal.

Em cada ponto está um grupo de pessoas e autoridades entregando material de conscientização sobre combate à violência e a importãncia da denúncia.

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