Produção de peixes para repovoamento de rios aumenta em 25%

O programa de produção de peixes para repovoamento do estoque pesqueiro nos rios Piquiri e bacia do Paraná III, desenvolvido pela Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, aumentou o número de municípios atendidos ? de nove passou a doze cidades.

Pequenos produtores de peixe de Foz do Iguaçu, São Roque de Boaventura e Vera Cruz do Oeste foram incluídos no programa ? aumentando em 25% a produção de peixes para repovoamento nos rios da região. A participação destes três municípios irá possibilitar a produção de mais 1,6 milhão de peixes.

O programa, que estimula a piscicultura com espécies nativas, está sendo desenvolvido e coordenado pelo Centro de Pesquisas em Aqüicultura Ambiental (CPAA), em Toledo. No ano passado, nove prefeituras assinaram convênio e aderiram ao programa: Goioerê, Nova Aurora, Pato Bragado, Missal, Santa Helena, Santa Terezinha de Itaipu, Medianeira, Guaíra e Itaipulândia.

?O diferencial deste programa é que ele é feito em parceria com as prefeituras, e além de beneficiar o meio ambiente aumenta a sustentabilidade financeira do pequeno produtor?, afirmou o coordenador do programa, Taciano Maranhão.

A prefeitura indica os produtores e também oferece técnicos, ração e auxílio posterior na soltura dos peixes juvenis nos rios. ?Para participar, o produtor deve ter uma infra-estrutura mínima como tanque ou viveiro e rede de arrasto, entrando apenas com a mão-de-obra?, explicou Taciano.

Os profissionais do IAP ensinam técnicas de criação, produção, soltura e comercialização dos peixes. Já o CPAA, ligado ao IAP, cede as larvas que são mantidas nos tanques até atingirem a fase ?juvenil?, quando podem ser soltas nos rios. Parte da produção fica com os próprios produtores, que podem comercializar os peixes.

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