A produção nacional de cloro alcançou, nos primeiros três meses deste ano, 307,3 mil toneladas, registrando alta de 0,9% em comparação com igual período de 2006, segundo a Abiclor (Associação Brasileira da Indústria de Álcalis, Cloro e Derivados). O consumo aparente (produção local mais importações, descontado o volume exportado) do produto ficou estável, com variação positiva de 1%. A taxa de utilização da capacidade instalada foi de 90,2%, 0,9% superior ao resultado médio registrado no 1º trimestre de 2006.
As estatísticas do segmento corroboram a extensa gama de aplicações do cloro. O DCE – Dicloroetano, principal matéria-prima para a fabricação do PVC (Policloreto de Vinila), permanece na ponta, com 36% do consumo da produção doméstica do produto. Em seguida, com 21%, vem o óxido propeno, utilizado na fabricação de painéis de carro, espumas, isolamento de som, cadeiras, entre outros. A utilização do cloro para tratamento de água representou 4% da produção no período (ver gráfico abaixo).
Soda cáustica
Com relação à soda cáustica, a produção foi 1,8% maior do que em 2006, assim como as vendas internas do produto, que aumentaram 3,1% no primeiro trimestre de 2007. O ranking do consumo setorial da produção nacional foi liderado pelo setor de alimentos, que registrou um incremento de 37,5% no consumo, seguido de química e petroquímica (24%) e bebidas (9,9%).


