São Paulo (AE) – A recepção ao Cianorte não foi das melhores em São Paulo. "Um grupo ficou estourando bombas na frente do hotel onde estávamos, durante a madrugada. Não consegui dormir", disse o presidente do clube, Marco Antonio Franzato. Ele reclamou à recepção do Hotel Braston, na Rua Augusta, centro da cidade, e a queixa foi feita à delegacia mais próxima.

"Soltaram o último morteiro às 2h42 e a polícia só chegou às 4h15", afirmou o presidente do Cianorte. O gerente-geral do hotel, Horácio Leite, disse que o incidente não teve gravidade. "Coisa normal, passaram na porta do hotel e soltaram umas bombas, mais nada."

Segundo ele, seria impossível que os estouros tivessem perturbado os jogadores do Cianorte. "Eles estão hospedados no segundo bloco, na parte de trás da rua, o som não chega até lá" revelou o gerente do hotel. Marco Antonio Franzato garante, porém, que o barulho era muito alto. "Insuportável, um absurdo que tenhamos de passar por isso", disse o presidente do clube paranaense.