Em reunião realizada no Palácio do Alvorada nesta quinta-feira, 9, com primeiras-damas dos Estados, a primeira-dama e embaixadora do Criança Feliz, Marcela Temer, pediu apoio para que o programa tenha o maior número de adesão dos Estados e municípios.

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“O programa vai crescer e se consolidar em 2017. E começa por aqui nesse encontro. Vamos buscar o máximo possível de adesões dos municípios”, ressaltou Marcela Temer, porta-voz do programa, na abertura do encontro.

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Com a coordenação do Ministério do Desenvolvimento Agrário, o programa tem como principal objetivo promover o desenvolvimento infantil nos três primeiros anos de vida. O projeto atenderá crianças de zero a três anos que pertencem a famílias que recebem o Bolsa Família. A participação dos Estados, municípios e do Distrito Federal ocorre por meio de adesão.

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No ato de lançamento do Criança Feliz, realizado em outubro do ano passado, apenas nove Estados (Acre, Alagoas, Amazonas, Ceará, Espírito Santo, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul e São Paulo) e 95 municípios aderiram ao programa.

“E para que dê certo e alcancemos o maior número de crianças, contamos com o apoio e o engajamento de vocês. Hoje, sem sombra de dúvidas, estamos dando exemplo de que quando uma causa é promissora e envolve o futuro do Brasil ela tem que superar diferenças ideológicas e partidárias. Em um país de dimensão continental como o nosso, somente com a união de forças conseguiremos alcançar todos aqueles que podem usufruir desse programa”, considerou Marcela Temer.

Além das primeiras-damas estaduais, na plateia também estavam presentes o ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra; representantes do Instituto Ayrton Senna; das Organizações das Nações Unidas (ONU); da Rede Sarah de Hospitais de Reabilitação; e da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal.

Durante a sua fala, a primeira-dama do País também ressaltou que os resultados do programa aparecerão apenas no longo prazo. “É uma semente que está sendo plantada agora para que bons frutos sejam colhidos daqui a alguns anos. Quando investimos na primeira infância, estamos, na verdade, assegurando que as próximas gerações tenham um futuro melhor, o de justiça social que tanto queremos”, disse.