O comando de arrecadação de campanha da presidenciável Marina Silva (PV) vai usar a expertise obtida em ONGs ambientalistas que, a partir do engajamento de militantes, angariaram recursos com base em uma “causa”. O maior potencial de adesão, acreditam colaboradores, é do setor de energias alternativas e da classe média alta do Sudeste.

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A campanha prevê que, assim que a história e as ideias de Marina se tornarem mais conhecidas do eleitorado, ela se transforme em “causa” por “seu novo jeito de fazer política”. O desafio é fazer o que as ONGs conseguiram, após 10 anos de trabalho “batendo cabeça”, em quatro meses. A campanha avalia como mais provável a contribuição de empresas alternativas, dedicadas à fabricação de equipamentos para produção de energia eólica, biomassa e de pequenas centrais hidrelétricas. Mas não descarta receber ajuda de empreiteiras.

“Temos a clareza de que não temos a mesma estrutura que os outros candidatos. Mas a lógica é de que serão muitos contribuindo com pouco. Vamos buscar o apoio em diversos segmentos, uma ação horizontalizada”, afirmou Marina.

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