Por unanimidade, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta terça-feira, 15, que, de agora em diante, cabe ao presidente da Corte Eleitoral analisar os pedidos de requisição de Força Federal para garantir segurança em municípios durante os pleitos.

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Antes, os processos eram distribuídos entre os integrantes da Corte Eleitoral e levados pelos relatores de cada caso ao plenário. Com a medida, o TSE busca dar maior celeridade aos pedidos.

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O uso da Força Federal está previsto em resolução interna do TSE para garantir a liberdade de voto e a normalidade da votação. No primeiro turno da campanha de 2016, o plenário do TSE autorizou o envio da Força Federal para 467 localidades de 14 Estados – Piauí, Rio Grande do Norte, Pará, Maranhão e Amazonas foram os que mais receberam o reforço.

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Na sessão desta terça-feira, o TSE também autorizou a mudança de nome do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) para Movimento Democrático Brasileiro (MDB).