Após uma tentativa fracassada de união de candidaturas de centro em torno de Geraldo Alckmin (PSDB) antes do primeiro turno da eleição, os candidatos Marina Silva (Rede) e Alvaro Dias (Podemos) afirmaram que a convergência não foi possível pela discordância de propostas.

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Ao chegar para o debate entre presidenciáveis no SBT, nesta quarta-feira, 26, Marina disse que não aceitou se coligar com o “doping da corrupção” e que tentou um diálogo com Ciro Gomes (PDT) e Dias ainda na pré-campanha.

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Alvaro Dias, por sua vez, disse que aceitaria uma união se houvesse concordância com seu programa de governo. “Como propostas divergentes não se unem, não houve convergência”.

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Atrás nas pesquisas de intenção de voto, os dois minimizaram os resultados. Dias defendeu que a 15 dias da eleição seja proibida a divulgação de sondagens. Marina declarou que, “se Deus quiser”, vai estar no segundo turno.