Ocepar sugere descontos nas tarifas do pedágio

O superintendente da Ocepar – Organização das Cooperativas do Estado do Paraná, Nelson Costa, e o presidente do grupo mineiro Tectrans (Técnicos em Transportes), Silvestre de Andrade Puty Filho, foram ouvidos ontem pela CPI do Pedágio na Assembléia Legislativa.

O representante da Ocepar apresentou estudo realizado pela entidade em conjunto com a Faep sobre o impacto dos reajustes das tarifas de pedágio sobre a economia do Estado. Os custos representam até 40% do valor do produto transportado pelos caminhoneiros. A exportação de milho e a correção de solos em calcário são dois exemplos de atividades prejudicadas.

A Ocepar, segundo ele, não é contra a cobrança das tarifas, mas a favor da redução do preço em 40% para os produtos mais penalizados. Sugeriu descontos para o transporte de produtos agrícolas, corretivos e fertilizantes, a criação de uma agência reguladora de infra-estrutura, a formação de centrais de frete junto às praças de pedágio e ao Porto de Paranaguá. Costa ressaltou que o custo do pedágio entre Foz do Iguaçu e Paranaguá equivale a 6,6% do custo operacional da produção. No caso do calcário, o pedágio representa 40,42% do valor do produto quando transportado de Almirante Tamandaré a Cascavel.

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