Antonio Cruz/ABr
Marco Feliciano tem a prerrogativa de fechar os encontros.

O presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, Marco Feliciano (PSC-SP), pediu nesta quarta-feira (17) à Casa reforço na segurança e anunciou que, novamente, iniciará a reunião do grupo com as portas fechadas. Como presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, Feliciano tem a prerrogativa de fechar os encontros.

Após uma audiência com líderes na semana passada, ele prometeu que deixaria o plenário aberto, mas, como as manifestações pela renúncia dele continuam, restringiu o acesso de novo.

O comunicado de Feliciano foi discutido em reunião da Mesa Diretora. A Mesa reconheceu o direito do presidente da Comissão de Direitos Humanos de fechar as portas, desde que seja feita uma comunicação para cada encontro.

Há duas semanas, o presidente da Comissão de Direitos Humanos tinha aprovado um requerimento para fechar, definitivamente, mas isso foi considerado antirregimental.

O corredor que dá acesso à comissão já tem seguranças que permitem a entrada somente de deputados, assessores e jornalistas. O colegiado realiza nesta tarde uma audiência pública para debater uma ação da Polícia Federal (PF) na área indígena Munduruku, no Pará.