Cerca de 700 manifestantes – segundo os organizadores – se reuniram na Praça 19 de Dezembro, na área central de Curitiba (PR), no final da tarde de domingo, 4, para protestar contra o presidente Michel Temer e pedir Diretas Já para uma nova eleição para presidente. Os protestos foram acompanhados de longe pela Polícia Militar, mas até às 19h não havia registro de alguma ocorrência.

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Na noite de sexta-feira, 2, mais de três mil manifestantes tomaram as ruas de Curitiba e quebraram vidros da Federação da Indústria do Estado do Paraná (Fiep), acusada de colaborar para a substituição da ex-presidente Dilma Rousseff por Michel Temer, e também picharam e quebraram vidros do jornal Gazeta do Povo.

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Na opinião de Igor Borck, ligado aos movimentos estudantis, as manifestações devem acontecer de forma pacífica, mas são necessárias para que a população tome conhecimento do que tem ocorrido. “Não podemos aceitar o golpe que foi dado, Michel Temer não é o presidente legítimo, temos que manter essa mobilização, contrária ao golpismo e também brigarmos por novas eleições para presidente”, disse.