Criador do PSD, partido que preside, o ex-prefeito Gilberto Kassab deixa claro que vai caminhar com o PT no cenário nacional e apoiará a reeleição de Dilma Rousseff. A adesão de Marina Silva à provável candidatura de Eduardo Campos (PSB), o que “dá musculatura” ao governador – segundo ele mesmo admite -, não reverte o quadro, ainda que o pernambucano tenha sido aliado de primeira hora do PSD.

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A certeza é tanta que, convidado a teorizar sobre um cenário hipotético com reviravoltas no PT, PSDB e PSB, em que os candidatos seriam o ex-presidente Lula, o ex-governador José Serra – seu padrinho político – e a ex-ministra Marina Silva, Kassab é direto: “Nossa aliança é com o PT. Apoiaria Lula”.

Em São Paulo, Kassab será o candidato do PSD – “aceito a missão”, diz ele – e oferecerá o palanque a Dilma. O governador Geraldo Alckmin não será atacado diretamente (esse é o plano por ora), mas o argumento para o confronto com os antigos aliados tucanos está posto: “É evidente que, depois de 20 anos, as pessoas vão ficando cansadas. O governador Geraldo Alckmin vai pagar um preço alto por integrar um governo tão longo”.

Protestos

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Questionado sobre como reagiria às manifestações que ocorreram no meio do ano se fosse prefeito, Kassab respondeu que enfrentou diversas manifestações em seu governo. E sempre as tratou com naturalidade. Quanto aos preços das tarifas de ônibus afirmou que, se ficasse mais quatro anos, faria nova licitação.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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